
A dupla formada pelo prefeito que não assume – Kassab – e do governador que não sabe se sai candidato e a qual cargo – Serra – continuam afundando a cidade de São Paulo na série interminável de desmandos a que submetem os cidadãos. A situação já saiu do limite do casuÃsmo meteorológico (o prefeito fala agora em entrevista coletiva em mais fortes chuvas dos últimos 50 anos), e os restantes 28% de “ótimo e bom” da avaliação do demo-prefeito dados em pesquisa Ibope (leia-se Globo) devem ser, no máximo, de uns 15%, da elite branca.
Sem contar os desmandos na área cultural – incluindo fim das ruas de lazer, verbas para cultura, etc. – a palhaçada governamental atinge já a classe média, o que significa algum movimento da patuléia – que detesta argentino porque este não tem sangue da barata – pois pega no bolso e nos óbitos. O demo-prefeito já admite mortes (embora descarte que estejam sob a sua responsabilidade), e tenta livrar a cara de Serra dizendo que as obras da Marginal estão sob controle.
José Serra – ou Zé Alagão – travou as verbas para a cultura, não aceita nem inscrição de proponentes ao PROAC estadual, é visto com desconfiança pelo empresariado e deve levar um revés nas pesquisas semelhante ao de sua cobra-criada, Kassab. Destruiu o trabalho sólido da OSESP, acabou com ULM e continua à solta. Como não reagem à altura, os paulistanos e os que vivem em Sampa têm, sem sombra de dúvida, o governo que merecem. Certamente a Argentina não chora por eles.